Família (Raça):
Pai: VAI VEM VELHO 516
| Mãe: JADE
Nasc:
| Anilha:
Sexo: Macho
| Finalidade: Fibra
Disponível para venda: Não
| R$0,00
CIG:
Avaliação de Canto:
Descrição:
- Consegui a informação relativa à anilha do Vai Vem Velho com seu último mantenedor, o Sr. Paulino.
- O pai do Vai Vem Velho ganhou esse nome devido à junção dos nomes de seus pais, Matuto Velho e 7 Xodó.
- As informações relativas à fêmea Zeza (mãe do Vai Vem) foram passadas pelo Sr. Luiz Grau e pelo amigo Carlinho do Criadouro Cinco Estrelas, que por sua vez conseguiu as informações diretamente com o Sr. Mazali que criou com o Vai Vem velho por uns três anos. O nome dela era Zeza por ter sido criada pelo Sr. Zezo de Piracicaba.
- Segundo o Sr. Valdir França, o Realejo Velho era um mateiro repetidor, dono de uma voz fenomenal, que pertencia ao Sr. Cido. Dizem que o Realejo Velho foi vendido para um consórcio de três amigos, de tão caro que era. Contam que o Sr. Cido andava 500 metros com o Realejo na mão cantando uma única cantada. O Realejo Velho está presente na genealogia de vários curiós excelentes, entre eles o Pantanal Velho.
- XODÓ VELHO ou XODOZINHO DO PIRONE: Segundo o Sr. Valdir França, o Xodó Velho era o mesmo curió conhecido como Xodozinho do Pirone. Ele era filho de mateiros do litoral e foi criado em um viveiro pelo Lebrão que também criou o Campeão do Vale, Curumim Velho, Adoniran e a Pombinha. O Lebrão passou o Xodó Velho ao Sr. Pirone, que o repassou ao Sr. Juvêncio em troca de vários pássaros, entre eles o Gandu Velho (MT) e as fêmeas mateiras Brisa, Brenda e Branca, esta última era avó do Tilim Velho e do Caxingui Velho. Por fim, o Xodó Velho foi repassado pelo Sr. Juvêncio para o Sr. Zé Olinto, seu último dono.
- XODOZINHO DO PIRONE: Segundo o Sr. Valdir França, o Xodozinho do Pirone é o mesmo curió chamado Xodó Velho. Ele foi criado em um viveiro pelo Lebrão e era filho de mateiros do litoral. Inclusive, foi o Lebrão quem criou o Campeão do Vale. O Xodozinho foi passado ao Sr. Pirone, que o repassou ao Sr. Juvêncio em troca de vários pássaros, entre eles o Gandu Velho (MT) e as fêmeas mateiras Brisa, Brenda e Branca, esta última era avó do Tilim Velho e do Caxingui Velho. O Sr. Juvêncio repassou o Xodozinho para o Sr. Zé Olinto, seu último dono.
- GAIOLA PRETA VELHO: Não há registro do dia e mês de nascimento do curió “Gaiola Preta Velho”, só que nasceu no ano de 1976 e faleceu em 22 de outubro de 2005, portanto, com 29 anos de vida, na casa do Sr. Luiz Negrisolli.
- GAIOLA PRETA VELHO: O anel do Gaiola Preta Velho era 729900 82/83.
- GAIOLA PRETA VELHO: O pai do Gaiola Preta Velho pertencia ao mecânico de aviões Ademar Nogueira.
- GAIOLA PRETA VELHO: O Sr. Ademar Nogueira que foi o dono do mateiro que todos utilizavam como rufião para preparar as fêmeas mateiras da época. Esse mateiro foi adquirido do Sr. Tim de Avaré que chegou a ter quase 100 casais de mateiros. O Sr. Tim quase não é lembrado, foi ele que distribuiu para Botucatu e região vários curiós casais de mateiros. Foi ele que com seus mateiros originou várias genéticas tais como Ferreirinha, as Rosas, Senador, Gaiola Preta, Canarinho que veio do mateiro Lambari.