Família (Raça):
Pai: CANARINHO DO GILSON
| Mãe: ANA CLEIA VELHA 5.747/95
Nasc: 15/03/2007
| Anilha: IBAMA OA 2,6 273189
Sexo: Macho
| Finalidade: Fibra
Disponível para venda: Não
| R$0,00
CIG:
Avaliação de Canto:
Descrição:
- O Sr. Palu adquiriu de um criador de Marília, chamado Rossi, um curió mateiro que fora caçado em Iguapé. Após certo período, mais ou menos duas semanas, numa demanda com um curió que cantava praia grande o qual Palu chamava de Presidente, o curió mateiro de Iguapé começou a cantar igualzinho. Eis o curió que o Palu chamou de Ratinho.
- O Sr. Palu negociou o Ratinho com um criador de Bauru, o Berriel. Berriel possuía inúmeros curiós que cantavam clássico. Na demanda, o Ratinho também começou a cantar clássico, segundo Palu, em menos de dois meses de demanda.
- Posteriormente, Ratinho fora negociado para o Sr. Ferreti de Presidente Prudente.
- Ferreti cruzou o Ratinho com a fêmea chamada “Pata” do Fernando de Marília (Segundo Edgar de Campinas, a mãe é a Paulista - mateira de Santos). Dessa ninhada, (3 filhotes) nasceram o Soberano Velho, Napolitano (Presidente Prudente) e a velha Mimosa, grande fêmea raçadora, gerando filhotes excelentes no tocante voz, aprendizagem e repetições. O Soberano Velho foi anilhado com anilha aberta de número 2.804 e o seu irmão, por parte de pai, o curió Segredo com o anel 2.806, ambas anilhas abertas.
- Soberano Velho foi para o Antônio Carlos de Tupã. Originou o Soberano do Shoite, o Soberano do Jair, o Soberano 20, Soberano 2, o curió Charmoso do Antônio Carlos (Tupã) e o curió Moicano, do Márcio.
- Segundo o Sr. Pinho, criador que hoje mora no Mato Grosso, o Ratinho ganhou esse nome por fazer um barulho semelhante a de um ratinho novo.