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SANTA CRUZ 179

Família (Raça): Matuto / Sentinela / Guardião

Pai: SULTÃO 792 | Mãe: COUNTRY FILHA 427

Nasc: 12/02/2018 | Anilha: SISPASS 2.6 SP/A 162179 - CBS 456

Sexo: Macho | Finalidade: Fibra

Disponível para venda: Não | R$0,00

CIG:

Avaliação de Canto:

Descrição:

  1. A "voz" do Santa Cruz me faz lembrar a ausência do caos! Ela parece com a "voz" do meu saudoso Tornado. Quando eu ouvi o irmão (Cairo) de ninho do Santa Cruz cantar na casa do Miguel, eu fiquei fascinado pela "voz" dele, mas eu sabia que não tinha condições de adquirí-lo. Então um dia eu vi o Santa Cruz e a paixão retornou, pois lembrei do irmão e daquela "voz". O Santa Cruz tem uma "voz" linda, ele é um curió grande, bonito e transmissor da sua principal característica, a "voz"!
  2. A fêmea Raçuda pertenceu ao Sr. Estevam de Piracicaba. Ele não sabia quem eram os pais dela, porém era uma matriz que dava excelentes filhos. Por isso seu nome era Raçuda.
  3. As informações relativas à fêmea Zeza (mãe do Vai Vem Velho) foram passadas pelo Sr. Luiz Grau, criador do Vai Vem Velho. O nome dela era Zeza por ter sido criada pelo Sr. Zezo de Piracicaba.
  4. O Santa Cruz é genotipado na Unigen e a similaridade genética entre ele e sua mãe é de 99,99%.
  5. Esse Americano (Dr. Manoel) não é o mateiro Americano que foi do Estado do Pará para o Estado de São Paulo. Ele era filho de um mateiro do Maranhão e foi criado pelo Dr. Manoel da cidade de Americana. O Dr. Manoel passou aquele Americano para um Sr. que veio a falecer, e a viúva o repassou para o Sr. Garuzi da cidade de Valinhos/SP que começou a criar com ele.
  6. A Americana do Bill é muitas vezes conhecida como Americana Velha, essa sim é filha do mateiro proveniente do Estado do Pará e foi criada pelo Sr. Juvêncio.
  7. A Americaninha e a Americana Filha existentes nessa genealogia são irmãs próprias e pertenciam ao amigo Garuzi.

ÁRVORE GENEALÓGICA

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