Família (Raça):
Pai: MATUTO II 039 1997
| Mãe: SAFIRA FILHA (DÁRIO)
Nasc:
| Anilha: 041
Sexo: Macho
| Finalidade: Fibra
Disponível para venda: Não
| R$0,00
CIG:
Avaliação de Canto:
Descrição:
- A Safira Velha era uma mateira do Sr. Cido, ele era ex-Juiz e era dono daquela Chapanha Cidra Cereser. O Sr. Cido comprou a Safira do Sr. Julinho e passou em seu curió chamado de Realejo. Da cruza sairam 3 fêmeas que foram dadas para os Srs. Zé Garone, Dário e Armando de Itatiba, onde o Sr. Armando passou o Andorinha que por sua vez originou a genética das Goianas, que é a base da fêmea velha do Rocha.
- Dizem que esse Realejo foi vendido para um consórcio de amigos. Juntaram 3 amigos e compraram ele do Sr. Cido, de tão caro que era. Esse Realejo repetia demais. Dizem que o Sr. Cido andava 500 metros com o Realejo na mão cantando uma única cantada.
- XODÓ DO GARONE: Segundo o Sr. Valdir França, o Xodó do Garone era mateiro de voz boa e pertencia aos senhores Zé Garone e Dário Roveri. O mateiro foi chamado de Xodó, em homenagem ao Xodó do finado “Boi”. Seus donos passaram o mateiro “Xodó do Garone” em várias mateiras e uma delas deu origem à Xodó Velha do Sr. Zé Garone. Depois passaram o Xodó Velho, também conhecido como Xodozinho do Pirone, nela e originou a Xodó Velha do Dário, a mãe da Brasileira e avó do Matuto II. Ela foi roubada na casa do finado Zé Garone. Roubaram só ela. Nessa história falamos dos 3 Xodós que andaram pela região de São Paulo.
- XODÓ VELHO ou XODOZINHO DO PIRONE: Segundo o Sr. Valdir França, o Xodó Velho era o mesmo curió conhecido como Xodozinho do Pirone. Ele era filho de mateiros do litoral e foi criado em um viveiro pelo Lebrão que também criou o Campeão do Vale, Curumim Velho, Adoniran e a Pombinha. O Lebrão passou o Xodó Velho ao Sr. Pirone, que o repassou ao Sr. Juvêncio em troca de vários pássaros, entre eles o Gandu Velho (MT) e as fêmeas mateiras Brisa, Brenda e Branca, esta última era avó do Tilim Velho e do Caxingui Velho. Por fim, o Xodó Velho foi repassado pelo Sr. Juvêncio para o Sr. Zé Olinto, seu último dono.