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** MATUTO 752 (SHOIT)

Família (Raça):

Pai: MATUTO II 039 1997 | Mãe: 056

Nasc: | Anilha: 35752 / 004 - 2.6

Sexo: Macho | Finalidade: Fibra

Disponível para venda: Não | R$0,00

CIG:

Avaliação de Canto:

Descrição:

  1. O Matuto 752 do Shoit fez parte de uma ninhada de 3 machos, sendo os outros 2, o Popó Velho 090 e o Reizinho. Todos os 3 eram fenômenos em vários aspectos.
  2. A Santista nasceu em cativeiro e era filha de mateiros da região de Santos, sendo esse o motivo de seu nome. Ela era mãe da Gaiola Preta Velho e do Matuto Velho.
  3. Não há registro do dia e mês de nascimento do curió “Gaiola Preta Velho”, só que nasceu no ano de 1976 e faleceu em 22 de outubro de 2005, portanto, com 29 anos de vida, na casa do Sr. Luiz Negrisolli.
  4. O anel do Gaiola Preta Velho era 729900 82/83.
  5. O pai do Gaiola Preta Velho pertencia ao mecânico de aviões Ademar Nogueira.
  6. O Sr. Ademar Nogueira que foi o dono do mateiro que todos utilizavam como rufião para preparar as fêmeas mateiras da época. Esse mateiro foi adquirido do Sr. Tim de Avaré que chegou a ter quase 100 casais de mateiros. O Sr. Tim quase não é lembrado, foi ele que distribuiu para Botucatu e região vários curiós casais de mateiros. Foi ele que com seus mateiros originou várias genéticas tais como Ferreirinha, as Rosas, Senador, Gaiola Preta, Canarinho que veio do mateiro Lambari.
  7. Segundo o Sr. Valdir França, o Xodó Velho era o mesmo curió conhecido como Xodozinho do Pirone. Ele era filho de mateiros do litoral e foi criado em um viveiro pelo Lebrão que também criou o Campeão do Vale, Curumim Velho, Adoniran e a Pombinha. O Lebrão passou o Xodó Velho ao Sr. Pirone, que o repassou ao Sr. Juvêncio em troca de vários pássaros, entre eles o Gandu Velho (MT) e as fêmeas mateiras Brisa, Brenda e Branca, esta última era avó do Tilim Velho e do Caxingui Velho. Por fim, o Xodó Velho foi repassado pelo Sr. Juvêncio para o Sr. Zé Olinto, seu último dono.
  8. Segundo o Sr. Valdir França, o Xodó do Garone era mateiro de voz boa e pertencia aos senhores Zé Garone e Dário Roveri. O mateiro foi chamado de Xodó, em homenagem ao Xodó do finado “Boi”. Seus donos passaram o mateiro “Xodó do Garone” em várias mateiras e uma delas deu origem à Xodó Velha do Sr. Zé Garone. Depois passaram o Xodó Velho, também conhecido como Xodozinho do Pirone, nela e originou a Xodó Velha do Dário, a mãe da Brasileira e avó do Matuto II. Ela foi roubada na casa do finado Zé Garone. Roubaram só ela. Nessa história falamos dos 3 Xodós que andaram pela região de São Paulo.

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