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** VIRA-LATA VELHO 346

Família (Raça):

Pai: SENTINELA VELHO 1013 | Mãe: BISNETA 004

Nasc: 09/02/2007 | Anilha: IBAMA OA 2,6 322346

Sexo: Macho | Finalidade: Fibra

Disponível para venda: Não | R$0,00

CIG:

Avaliação de Canto:

Descrição:

  1. Irmão do Prorrogação Velho.
  2. Não há registro do dia e mês de nascimento do curió “Gaiola Preta Velho”, só que nasceu no ano de 1976 e faleceu em 22 de outubro de 2005, portanto, com 29 anos de vida, na casa do Sr. Luiz Negrisolli.
  3. O anel do Gaiola Preta Velho era 729900 82/83.
  4. O pai do Gaiola Preta Velho pertencia ao mecânico de aviões Ademar Nogueira.
  5. O Sr. Ademar Nogueira que foi o dono do mateiro que todos utilizavam como rufião para preparar as fêmeas mateiras da época. Esse mateiro foi adquirido do Sr. Tim de Avaré que chegou a ter quase 100 casais de mateiros. O Sr. Tim quase não é lembrado, foi ele que distribuiu para Botucatu e região vários curiós casais de mateiros. Foi ele que com seus mateiros originou várias genéticas tais como Ferreirinha, as Rosas, Senador, Gaiola Preta, Canarinho que veio do mateiro Lambari.
  6. Segundo o Sr. Valdir França, o Xodó Velho era o mesmo curió conhecido como Xodozinho do Pirone. Ele era filho de mateiros do litoral e foi criado em um viveiro pelo Lebrão que também criou o Campeão do Vale, Curumim Velho, Adoniran e a Pombinha. O Lebrão passou o Xodó Velho ao Sr. Pirone, que o repassou ao Sr. Juvêncio em troca de vários pássaros, entre eles o Gandu Velho (MT) e as fêmeas mateiras Brisa, Brenda e Branca, esta última era avó do Tilim Velho e do Caxingui Velho. Por fim, o Xodó Velho foi repassado pelo Sr. Juvêncio para o Sr. Zé Olinto, seu último dono.
  7. A Santista nasceu em cativeiro e era filha de mateiros da região de Santos, sendo esse o motivo de seu nome. Ela era mãe da Gaiola Preta Velho e do Matuto Velho.

ÁRVORE GENEALÓGICA

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