Caros amigos do grupo, como surgiram algumas genéticas erradas desta “dita” Mazon, nada melhor que a informação direta do criador para termos a certeza sobre ela. Eu estava conversando com o Sr. Bill, de Valinhos, quando ele contou que tinha uma fêmea chamada Cega (mateira) e emprestou um curió chamado Doido (também mateiro) de propriedade do Sr. Izidro (Valinhos), nascendo desta cruza a Cega Filha. O Bill tinha outro curió, chamado Faísca, (que foi pego no quintal da sua casa ainda pintado) também mateiro, que repetia muito, foi chamado de Faísca porque foi em um dia chuvoso e com muitos raios que ele começou a cantar e repetir muito; aí então, o Bill, largou a Cega Filha para o Sr. Escatolão (Valinhos), que por sua vez, emprestou o Faísca para fazer uma cruza da qual nasceram três filhotes (3 fêmeas na mesma ninhada).
O Escatolão passou esta ninhada de três fêmeas para o Sr. João Polidoro (João do Mel, Valinhos), que em uma destas três fêmeas (que chamaremos de Cega Neta, somente para identificação) passou um curió chamado Parceiro, muito repetidor e que também era pai do Sanhaço Velho, nascendo assim a Velha Mazon.
Está é a Verdadeira história da MAZON.
Desculpem a extensão do texto, mas esta é mais uma história de curiozeiro!
Nei Mendes
Mazon Velha:
Pai: Parceiro (Mateiro Repetidor);
Mãe: Cega Neta;
Cega Neta:
Pai: Faísca (Mateiro Repetidor);
Mãe: Cega Filha;
Cega filha:
Pai: Doido (Mateiro Repetidor);
Mãe: Cega (Mateira);