Segundo nosso amigo Cleuber, o Duguaçu faleceu em 2009 e pertenceu ao Sr. Adão Batista Poças, dono do Criatório DuValle em Campinas, onde deixou muitos filhos, netos e bisnetos. Entre eles, vários com canto clássico e repetidores. Ele era bisneto do grande Guardião, com sangue de Matuto, Americano e Camaro.
O Duguaçu era um impressor de suas qualidades, pois conseguia transmitir muitas características aos seus descendentes. Ele era um galador muito quente e de ótima voz, chegava a dar cantadas de mais de 3 minutos. Sempre cantava repetindo e com marcação territorial.
Os descendentes do Duguaçu são extremamente valentes, apresentadores e territorialistas com capacidade de emissão de notas longas, com melodia e repetição, o que facilita o encartamento em selos mais refinados como o Prata e o Ouro.
Fenotipicamente falando, os descendentes do Duguaçu são curiós pequenos, fininhos e parecem urubuzinhos, ou melhor, uns abutrezinhos. Altamente valentes e territorialistas, com voz extremamente macia. Realmente uma linhagem bem completa.